
Li o livro O Caçador de Pipas, no começo de 2007 e me apaixonei pela bela história de Amir Jan e Hassan. Nesta última sexta-feira, assistir a adaptação para o cinema do best seller de Khaled Hosseini, dirigido por Marc Forster. Bom, não precisa nem me dizer que estou totalmente atrasada, já sei disso! O longa-metragem é uma fiel adaptação do livro e me fez repensar sobre os “roubos” mútuos que geralmente acontecem na sociedade e que é passado de uma forma tão simples de entender e ao mesmo tempo complexa de ser posta em prática.
Em uma conversa com seu filho Amir, Baba afirma que existe apenas um pecado no mundo que desencadeia todos os outros: o do "roubo". E justifica suas afirmação, dizendo:
Em uma conversa com seu filho Amir, Baba afirma que existe apenas um pecado no mundo que desencadeia todos os outros: o do "roubo". E justifica suas afirmação, dizendo:
“Quando você deixa de dizer para alguém alguma coisa que você acredita ser 'verdade', você está 'roubando' o direito dele saber o que você sente a seu respeito. Quando você mata alguém, você está 'roubando' o direito de outras pessoas conviverem com a pessoa que você matou. Quando você maltrata alguém, você está 'roubando' o direito dessa pessoa de ser feliz. Quando você mente para alguém, você está 'roubando' o direito dela conhecer a verdade”.
Quem nunca preferiu mentir, ou mesmo, omitir alguma verdade para alguém, só para não magoá-la? Quem nunca maltratou alguém, mesmo sem querer? Estamos o tempo todo “roubando” ou sendo "roubados" de alguma forma! Precisamos refletir sobre todas as nossas atitudes para não “roubarmos” os outros.
Sobre o filme
O filme é dividido em três partes. A primeira fase se passa no Afeganistão de 1978 e mostra a amizade dos garotos Amir (Zekeria Ebrahimi), filho de Baba (Homayoun Ershadi), homem rico, culto e viú
vo, e Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada), filho de um empregado de Baba. Os dois crescem juntos e apesar da subserviência que Hassan tem por Amir eles desenvolvem uma ligação muito forte por gostarem das mesmas coisas: filmes americanos e pipas.
A segunda parte mostra o incomodo que Amir sente ao não ter ajudado Hassan quando o viu ser violentado por meninos maiores do bairro. O que acarretou em várias investidas de Amir para que Hassan e seu pai fossem expulsos de sua casa. Em seguida, Amir e seu pai vão para os EUA para fugir da invasão soviética. Depois de alguns anos, Amir conhece uma jovem afegã, também refugiada do Afeganistão e se casa.
A terceira mostra um Amir adulto, escritor e feliz, apesar da morte do pai vítima de um câncer. Ao receber um telefonema de um amigo antigo da família, que continuou no Afeganistão, lhe contando que seu amigo Hassan morreu e deixou um filho que esta em um orfanato e precisa ser resgatado. Amir se recorda do mau que fez para Hassan e se sente culpado, encarando a difícil tarefa de voltar à perigosa Cabul e resgatar o filho de seu amigo.
vo, e Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada), filho de um empregado de Baba. Os dois crescem juntos e apesar da subserviência que Hassan tem por Amir eles desenvolvem uma ligação muito forte por gostarem das mesmas coisas: filmes americanos e pipas.A segunda parte mostra o incomodo que Amir sente ao não ter ajudado Hassan quando o viu ser violentado por meninos maiores do bairro. O que acarretou em várias investidas de Amir para que Hassan e seu pai fossem expulsos de sua casa. Em seguida, Amir e seu pai vão para os EUA para fugir da invasão soviética. Depois de alguns anos, Amir conhece uma jovem afegã, também refugiada do Afeganistão e se casa.
A terceira mostra um Amir adulto, escritor e feliz, apesar da morte do pai vítima de um câncer. Ao receber um telefonema de um amigo antigo da família, que continuou no Afeganistão, lhe contando que seu amigo Hassan morreu e deixou um filho que esta em um orfanato e precisa ser resgatado. Amir se recorda do mau que fez para Hassan e se sente culpado, encarando a difícil tarefa de voltar à perigosa Cabul e resgatar o filho de seu amigo.
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